domingo, 27 de dezembro de 2009
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Porquê?
O porquê, não sei, ou talvez saiba e é muito simples, porque te adoro, nada mais nada menos do que isto.
sábado, 19 de dezembro de 2009
O mais dificil de encontrar, o normal.
Vou começar, pelo principio. Sempre fizemos tudo juntos, brincámos, rimos, saltámos, dançámos, comemos, dormimos, cantámos, respirámos... Tudo , mas mesmo tudo, com todas as letras. Sempre foste o mais difícil de lidar, de falar, de entender, mas nunca pensei que chegaria-mos a este ponto, e quando digo "ponto", não sei o que dizer á cerca disso, porque nem eu sei o que se passa, o que é isto, nem como vai ser, nem o se um dia vou chegar a saber. Nós, realmente, e digo isto com um sorriso de orelha a orelha, sempre tivemos uma vida muito engraçada, diferente, mística, estranha, talvez, diferente de muitas banais.
O que é o "banal" hoje em dia? Bem, eu não sei, mas não é nada disto.
Agora, vamos ver com olhos de ver, vamos sentir de verdade... Não te sentes só? Não sentes a falta do "tudo por uma coca-cola" ? Não sentes falta de rir? Não sentes falta de um "café"? De um "jantar"? ... Não sentes falta, da tua vida, da nossa vida? Daquilo que éramos? Se soubesses o quanto me custa falar sempre no pretérito perfeito do passado.
Eu não te acuso, não, não te censuro, não, não te grito, não. Deixa-me pensar, já que tu não pensas, já nos perdemos em muitas coisas, nas estradas, nos sonhos, na família, nos amigos. Mas sempre juntos. Vou deixar-me de rodeios, e vou passar ao que mais me magoa no meio disto tudo, magoa-me saber que aquele a quem sempre tive grande estima, a quem sempre me deu a definição de orgulho, aquele que nunca se deixou ir a baixo, se está a perder por completo. Consegues derrubar-me a alma em 3 meros meses. E sabes, eu até posso estar a escrever isto, sem razões, sem sequer me aperceber que alguém pode ler, mas se me perguntares o porque disto, eu não sei, se me perguntares se és tu, eu não sei, mas se me perguntares se estou feliz, como antes estava, com tudo no lugar, com o nosso grande amigo, com a minha grande amiga, eu sei, mas não te digo, porque espero que saibas bem a resposta.
Não vou mentir, sinto muito, a falta de tudo, sinto a tua falta.
Escrevo isto porque não te o consigo dizer, não é falta de coragem, é só porque não me dás ouvidos, ou não me deixas falar. Nunca foste grande ouvinte, por isso escrevo. Sei que só duas pessoas vão ler isto, e sei exactamente quem são, vocês sabem, sinto a vossa falta. Quanto ás nossas vidas, aliás, quanto á minha vida, completamente anormal, como sempre.
O que é o "banal" hoje em dia? Bem, eu não sei, mas não é nada disto.
Agora, vamos ver com olhos de ver, vamos sentir de verdade... Não te sentes só? Não sentes a falta do "tudo por uma coca-cola" ? Não sentes falta de rir? Não sentes falta de um "café"? De um "jantar"? ... Não sentes falta, da tua vida, da nossa vida? Daquilo que éramos? Se soubesses o quanto me custa falar sempre no pretérito perfeito do passado.
Eu não te acuso, não, não te censuro, não, não te grito, não. Deixa-me pensar, já que tu não pensas, já nos perdemos em muitas coisas, nas estradas, nos sonhos, na família, nos amigos. Mas sempre juntos. Vou deixar-me de rodeios, e vou passar ao que mais me magoa no meio disto tudo, magoa-me saber que aquele a quem sempre tive grande estima, a quem sempre me deu a definição de orgulho, aquele que nunca se deixou ir a baixo, se está a perder por completo. Consegues derrubar-me a alma em 3 meros meses. E sabes, eu até posso estar a escrever isto, sem razões, sem sequer me aperceber que alguém pode ler, mas se me perguntares o porque disto, eu não sei, se me perguntares se és tu, eu não sei, mas se me perguntares se estou feliz, como antes estava, com tudo no lugar, com o nosso grande amigo, com a minha grande amiga, eu sei, mas não te digo, porque espero que saibas bem a resposta.
Não vou mentir, sinto muito, a falta de tudo, sinto a tua falta.
Escrevo isto porque não te o consigo dizer, não é falta de coragem, é só porque não me dás ouvidos, ou não me deixas falar. Nunca foste grande ouvinte, por isso escrevo. Sei que só duas pessoas vão ler isto, e sei exactamente quem são, vocês sabem, sinto a vossa falta. Quanto ás nossas vidas, aliás, quanto á minha vida, completamente anormal, como sempre.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
E mais uma vez metes-te o pé na poça, mais uma vez,e pela segunda vez, voltas-te a dizer coisas mirabolantes, de pessoas estúpidas e que ninguém diz ninguém, limitaste-te a dizer que eu era tua amiga se me desses coisas, coisas essas que pagavam todos estes anos de amizade, na tua cabeça eu não passo de uma pessoa fútil e que não vale nada, e isso magoa-me porque sabes, no fundo sabes, que não sou assim. Talvez por causa distância e de tudo o que aconteceu já não tenha aquele á vontade que tinha contigo, para falar, partilhar coisas, coisas que ás vezes até podiam ser coisas que não valiam a pena, mas era o que nos tornava conhecidos, eu já reparei, que neste mundo, e com esta idade, realmente não há amigos, apenas conhecidos, antes de tudo isto, não acreditava nessa mera "teoria", mas agora, que tu fizes-te isto, e porque para mim eras um dos meus melhores amigos, mas afinal, não. Eras apenas o meu melhor conhecido, mais uma vez , como sempre me ensinaste muito, muito e muito. Mas desta vez, porque muito que te custe, és tu que estás errado, mas como sempre, eu não te sei corrigir. Agora me pergunto, se quando me disses-te aquilo, estavas bêbado?
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
terça-feira, 8 de setembro de 2009
tribo
É assim, isto pela foto parecemos uma família feliz, mas não, na realidade nós somos uma família felicíssima. Somos uma tribo sempre em movimento, seja a auto patas, ou outra coisa qualquer, o que é certo, é que estamos ou estáva-mos sempre juntos, será que isto acabou de vez? Ou isto, servirá só para reforçar, ainda mais, a nossa relação? Maybe . Isto não pode acabar, porque no fundo, eu até consigo viver sem vocês, mas vocês sem mim, não... ahahaha. Não, na verdade nós somos três grandes malucos que não vivem uns sem os outros. Que isto nunca deixe de ser o que é, porque isto vai ser sempre a nossa "casa" .
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