sexta-feira, 25 de setembro de 2009
E mais uma vez metes-te o pé na poça, mais uma vez,e pela segunda vez, voltas-te a dizer coisas mirabolantes, de pessoas estúpidas e que ninguém diz ninguém, limitaste-te a dizer que eu era tua amiga se me desses coisas, coisas essas que pagavam todos estes anos de amizade, na tua cabeça eu não passo de uma pessoa fútil e que não vale nada, e isso magoa-me porque sabes, no fundo sabes, que não sou assim. Talvez por causa distância e de tudo o que aconteceu já não tenha aquele á vontade que tinha contigo, para falar, partilhar coisas, coisas que ás vezes até podiam ser coisas que não valiam a pena, mas era o que nos tornava conhecidos, eu já reparei, que neste mundo, e com esta idade, realmente não há amigos, apenas conhecidos, antes de tudo isto, não acreditava nessa mera "teoria", mas agora, que tu fizes-te isto, e porque para mim eras um dos meus melhores amigos, mas afinal, não. Eras apenas o meu melhor conhecido, mais uma vez , como sempre me ensinaste muito, muito e muito. Mas desta vez, porque muito que te custe, és tu que estás errado, mas como sempre, eu não te sei corrigir. Agora me pergunto, se quando me disses-te aquilo, estavas bêbado?
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As palavras expressas em cima, mostram o que retiras-te de todos estes anos. Para quê esta perca de tempo em escreveres sobres os teus "conhecidos"?
ResponderExcluirO engraçado disto, é que um dia, irás abrir esta mesma página, irás ler essas mesmas palavras (por ti escritas) e de seguida, lês este mesmo comentário. Com a maior simplecidade do Mundo e sem qualquer esforço irás aperceber-te que no fundo até que tenho razão. E desta, não irá haver gritos em pleno corredor, em plena cozinha, dizendo que não a tenho. Desta, só tu e a tua mente poderão reflectir, o que fizeram.
Posto isto, nada mais tenho a dizer.
Já me senti muito mal, por muitas atitudes que tomei, por palavras que não devia ter expressado, por sentimentos que não devia ter transmitido, mas desta vez, não tenho sentimento de culpa e principalmente não tenho sentimento de arrependimento, porque não o estou.
A tua consideração de "melhor conhecido", para mim, não o é. Para mim, foi como uma "irmã".
Mas até mesmo, nas familias, há pessoas que se deixam de falar, que acabam por se esquecer. Como na minha familia, isso acontece constantemente, neste caso, não será muito dificil, "o hábito, faz o monge".
Thank You.
Paulo
Tive, tenho e sempre terei traços da minha familia, outra coisa não seria de esperar.
ResponderExcluirPara umas coisas, és tão adulta e para outras tornas-te numa inocente menina de 14 anos, que não sabe o que é a futileza?
Bla bla bla ...
Agora já é "irmão"? Onde fica o "conhecido"?
Respondo por ti: Não fica, nem de uma nem de outra.
Como és uma menina de 14 anos, não tens idade, nem mentalidade para perceber o que é futileza, muito menos, para seres uma futil.
Como te disse, um dia abrirás estas páginas e sentiras o peso do que foi dito e feito. Mas isto, quando alcançares 20 anos (aí espero que tenhas a capacidade de perceber tudo isto).
Como disse, também mais nada tenho a dizer.
Disseste que te fazia mal, não o entendo o porquê de publicares o que te faz mal!
Escusas também de ter isto postado:
"Para quê levar a vida tão a sério, se a vida é uma alucinante aventura da qual jamais sairemos vivos?"
Não faz qualquer sentido, talvez porque mais uma vez és uma menina de 14 anos, que não consegue perceber rigorosamente nada.
Assim fiquemos, palavreados de "amizades", "familia", "tribo", "irmãos"? Palavras que pelos vistos, foram ditas sem qualquer sentimento.
Paulo